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terça-feira, 17 de março de 2009

Nightmare Journeys

This week in my English class homework I have to write about a Nightmare Journey. And I thought: This is a nice post to my blog!

This wasn’t a nightmare journey, but a very bad start to a wonderful short holiday.
Last year in March I was going to London for 3 days. My flight was at 12:00, and I arrived at the airport 2 hours before, as usually. I was flying alone, because my husband was already in England waiting for me. The girl at the check-in desk told me that the flight was delayed to 2pm, but I had to check-in before 11 am and I couldn’t leave the airport.

At 12:30 I heard the speakers calling all passengers from my flight to the Monarch airline desk. They gave me a 5€ voucher to the restaurants because the flight was delayed again, to 3pm.
5€? They must be kidding! I had a latté and a croissant and it cost me 10€!

I walked around the airport, tested all fragrances and beauty products in the shops, read all books and magazines available and finally at 5pm the flight took off.

I arrived at London 5 hours later and it was already dark and I had to go from Gatwick airport to Tottenham Court Road. I had to take a train to Kings cross station, and then the underground: the blue line to Oxford Circus and then I had to change to the red line.

But here the bad luck started to change. I managed to arrive at the hotel without getting lost at night, in the middle of the London rush hour and with my backpack. My husband was waiting for me. I took a bath and changed my clothes and we went out to find some place to dinner.

At the door of Planet Hollywood we found an old friend who worked there. There were a lot of people waiting for a table, but with our friend help we were eating in less than 20 minutes.

This was the begging of wonderful visit to London. I loved the city and the rest of the trip.

sábado, 7 de março de 2009

terça-feira, 3 de março de 2009

Amesterdão

Na semana passada fui visitar mais uma capital europeia – Amesterdão.
Foram poucos dias, o tempo não estava famoso, mas valeu a pena.


Amesterdão é uma cidade fantástica. O que a torna tão especial não são os monumentos ou os pontos turísticos, é o ambiente. As pessoas, os canais, as bicicletas, os prédios tortos e desalinhados é que caracterizam esta cidade e a tornam tão especial.
Chegámos ao aeroporto de Shicphol na manhã de25 de Março, apanhámos logo o comboio para o centro de Amesterdão. Ao chegar há algo que nos chama logo à atenção: a quantidade de bicicletas (dizem que são 600 000). E os carros? Onde estão eles?

Em Amesterdão praticamente não vemos carros, as ruas são estreitas e a maioria é atravessada por canais. Uma das melhores formas de conhecer a cidade é percorrer esses canais:
  • Barco – existem vários mini cruzeiros e o canal bus que tem várias paragens nos pontos de maior interesse.
  • Bicicleta – existem vários pontos onde podemos alugar bicicletas;
  • A pé – percorrendo as margens dos canais escolhendo a ponte que mais nos agrada para passar para o outro lado;

Como eu, parece impossível mas é verdade, não sei andar de bicicleta, fomos a pé… foi tão agradável como doloroso.As ruas desta cidade são impressionantes. As casas são assentes em estacas e por esta razão muitas estão inclinadas e desalinhadas. Com grandes janelas, parece que os escritórios e as cozinhas estão ali mesmo na rua.


Como podem ver o que eu gostei mesmo nesta cidade foi “das vistas”, mas também fomos a alguns dos pontos turísticos. De todos os museus, escolhemos o Museu Van Gogh. Não faltou uma visita ao Red light district, Dam plein a praça principal de Amestredão, Rembrant plein onde se concentra muitos bares e restaurantes, Bloemenmarkt o mercado de flores flutuante.

Seja pelos 51 museus, ou para percorrer todos os 65 canais ou para se apaixonar por uma das 1281 pontes, se puder vá conhecer esta cidade.


domingo, 14 de setembro de 2008

Forth bridges

Não podíamos ir a Edimburgo sem ver as pontes sobre o estuário do rio Forth. Então, no último dia, mesmo antes de iniciarmos a viagem de volta fomos ver as celebres pontes.

Para os geograficamente iletrados como eu, o estuário do rio Forth é o local onde o rio escocês Forth se encontra com o Mar do Norte.


O dia estava péssimo e as fotos não são muito boas, mas as pontes são fantásticas.

A Forth Railway Bridge é uma espantosa obra de engenharia contruida entre 1883 and 1890 e a Forth Road Bridge é igualzinha à ponte 25 de Abril inaugurada em 1964.

Como as fotos que temos não mostram nada do que são as pontes, vou utilizar uma da wikipédia:

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Edimburgo

Nos dias 23, 24 e 25 de Agosto fomos conhecer a Escócia. Escolhemos Edimburgo pois só tínhamos um fim-de-semana e não havia tempo para nos aventurarmos pelas Highlands. Confesso que era completamente ignorante sobre esta cidade e não imaginava que ficaria tão maravilhada com Edimburgo.
Partimos de Wakefield (cidade onde o PP está a morar agora) e com a ajuda de um GPS emprestado lá partimos em direcção à Escócia. Só a própria viagem já foi uma aventura, porque não é fácil conduzir em “contramão”, mas o PP já se vai habituando.
Ficámos instalados num Bed & brreakfast chamado Alva House. Esta guest house ficava situada na Lanark Road, que não fica no centro da cidade, mas temos autocarros frequentemente para a Princes street, a principal rua de Edimburgo. Os donos, o Alan e a esposa eram simpáticos, o único problema (para mim que sou um bocadinho esquisita) era a casa de banho partilhada pelos 3 quartos, mas estava tão limpinha que nem notei.
Edimburgo é uma cidade lindíssima, e nesta altura estava cheia de animação, porque havia o Edinburgh fringe festival , o maior festival de arte alternativa do mundo. Além dos inúmeros espectáculos disponíveis nas salas habituais, a cidade estava cheia, mas mesmo cheia, de espectáculos de rua. O tempo estava óptimo, o que é mesmo muito difícil na Escócia, a cidade é maravilhosa e cheia de animação. Passámos uns óptimos dias. Às noites (por volta das 5pm), seguimos a tradição Inglesa e experimentámos todos os Pubs que tivemos oportunidade. Tenho que confessar, não gosto muito do Scothish wisky, mas já não perco umas pints num tradicional English pub, com alguns petiscos à mistura.

The Royal Mile



Scott Monument – Monumento gótico em homenagem ao escritor escocês Sir Walter Scott. A torre tem 61,10m e está situada nos jardins de Princes street.

Edinburgh Fringe Festival